Pode me chamar de bizarra e provavelmente vou receber isso como elogio.
Adoro coisas absurdas e todo tipo de cultura/sabedoria inútil.
Ontem li uma notícia deveras interessante e ri muito também imaginando a situação.
Não deveria rir, mas isso é outro assunto.
Não há o que não haja!
Arrancaria um dedinho do pé pra ter acesso ao processo criminal deste caso.
Absorvi cada detalhe, cada palavra, entrelinhas...
Imprimi a notícia, mostrei para os colegas de trabalho e entreguei para meu namorado.
Leia aqui:
Aliás, lembrei de entregar o papel com a notícia quando estávamos nos despedindo.
Hoje cedo.
Caminho do trabalho.
Café na barriga.
Remela teimando em sair dos olhos.
Vi ele dobrar o papel, já na outra rua.
Pensei até que nem chegaria a ler, o papel se perderia no limbo da mesa do trampo,
usaria no banheiro ou deixaria no bolso da calça até esfarelar.
Estes percalços da vida.
A língua é o chicote do c*, Marguerita!
O meu cabeludo não só leu a notícia como...
No fim da tarde recebo um email que transcrevo a seguir:
"Pequena, não sei pq me deu aquele papelzinho!
Bem, vamos as possibilidades:
a) será que é pq eu não quero ter filhos e mandou um recado?
b) pra tu me dizer que quer transar?
c) nada disso, só pq a notícia é bizarra!
d) nada disso mesmo, só pra mostrar o quanto tu pode ser louca!
vou ficar pensando aqui..."
Pronto.
Mais risadas!
Ele sabe onde amarrou o burro...
Beijoelambidas.