Mostrando postagens com marcador força na peruca. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador força na peruca. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 5 de junho de 2012

O homem é o lobo do homem.*


"Frio. Escuro. Abro os olhos até sentir ardência. Não vejo nada. 
Nenhum fiapo de luz, tão pouco vulto que denuncie objetos no lugar, pessoa ou saída.
Dou um passo e sinto os joelhos dobrar como se fosse cair num precipício, não há diferença. Coração na boca e arrepios.
Mais alguns passos e chego numa parede. Apalpo a superfície fria e não descubro porta ou janela.
Desespero.
Tento voltar ao ponto em que acordei. Que tamanho é a sala? Imensidão ou estou ficando louca?
Quero gritar, tenho medo.
Giro e me posiciono para outro lado. Escutei uma respiração, não pode ser a minha.
Alguém respirando fundo, calmo.
E tudo acontece muito mais rápido que poderia pensar ou me movimentar, quanto tempo duraria uma briga, uma tentativa de defesa na escuridão de nanquim?
Sinto a respiração mais perto, braço imobilizando meu pescoço e a dor fria.
Com certeza, uma faca ou qualquer lâmina que acaba de se encaixar embaixo das minhas costelas.
Não há bravura nem final feliz. Apenas me entrego ao sono da morte, ao posso que sou embalada pelas palavras do meu algoz, canção de ninar ao pé do ouvido:
- Bom-dia, somente mais um dia como outro qualquer."


*Título da postagem cedido pelo Thomas Hobbes. 
Te devo uma cerveja, meu velho. 

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

No excuses: Play like a champion.

Sem intervalos, papo reto.
Acredito numa força maior, contudo não tenho religião.

A melhor comparação para o caso é:
- Creio em energia tanto quanto eletricidade.

E essa energia não busco "lá fora". Sou responsável pelas minhas vitórias e derrotas e me orgulho muito de todas. "O que fiz e que não fiz, tudo isso sou." Já dizia o poeta...uma hora dessas lembro o nome dele.

Nessa vibe compartilho o seguinte vídeo, o qual foi repassado pelo Robson num momento muito oportuno.



Carregador de bateria.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Fragmentos do post "O lado negro da internet" de Rodrigo Constantino. 17/04/11
Compartilho do medo e longe de ser uma verdade absoluta e imposta, saúdo a reflexão.
___

"Há uma crença cada vez mais disseminada de que as novas tecnologias por si só serão capazes de derrubar regimes autoritários e levar a democracia mundo afora. Os recentes acontecimentos no Oriente Médio serviram para reforçar tal crença, quando muitos atribuíram o mérito das revoluções ao Twitter ou Facebook. Mas Evgeny Morozov tem opinião bastante diferente, expressa em seu instigante livro “The Net Delusion”, que tenta mostrar justamente o lado negro da internet.

O autor demonstra maior ceticismo quanto ao potencial libertador das novas tecnologias, combatendo o que chamou de “cyber-utopia”, a idéia de que a internet favorece os oprimidos e não os opressores. Morozov acredita que as expectativas com a internet andam bastante infladas ultimamente, e apresenta argumentos importantes para suscitar mais desconfiança. Ele alega que o papel efetivo da internet na busca pela liberdade é ambíguo, e que creditar as redes sociais como causa das revoluções árabes é altamente questionável. Afinal, Facebook não faz brotar armas nas mãos de rebeldes."

[...]

"Enquanto Orwell achava que nossos medos iriam nos escravizar, Huxley pensava que nossas paixões fariam isso. Em vez de o “Grande Irmão” de “1984”, o “soma” do “Admirável Mundo Novo” faria com que cidadãos se transformassem em súditos passivos. Ocorre um efeito anestésico, trocando-se a repressão da ditadura pela magia da Louis Vitton. Pode não ter pão o suficiente, mas há muito circo para distrair o público. A ditadura chinesa chegou a suspender um banimento de pornografia na internet, pois notou que ela ajudava a manter o povo mais calmo. A censura estava ajudando a politizar a população. O entretenimento ajuda a mantê-lo hipnotizado.

Além disso, os governos autoritários aprenderam a usar a internet para ludibriar o povo. O PCC possui milhares de blogueiros “chapa-branca”, que recebem dinheiro para postar comentários favoráveis ao regime chinês. São conhecidos como “fifty-cent party”, por receber meio dólar para cada comentário. No Brasil mesmo, vários blogs vivem de verbas públicas, e durante as últimas eleições, a campanha do PT criou um “bunker virtual” para espalhar propaganda pela rede. Com um fluxo absurdo de “informação” na internet, fica difícil separar o joio do trigo, sem falar de teorias conspiratórias e falácias que pululam na rede. Tem muitos que até hoje pensam que o ataque no 11 de setembro de 2001 foi organizado pelo próprio governo americano, e há vasta “evidência” na rede para os que querem acreditar nisso.

Outro ponto abordado pelo autor diz respeito a maior facilidade que os regimes opressores encontram na internet para espiar potenciais dissidentes. Muitos internautas expõem voluntariamente diversos detalhes de suas vidas, num verdadeiro “momento Caras”, e isso é um prato cheio para as autoridades. O trabalho que tinham a KGB e a Stasi para coletar informações sobre suspeitos parece brincadeira quando basta um click no Facebook hoje para tanto. Com uma senha roubada um governo pode ter acesso a todas as mensagens de um dissidente. Novas tecnologias, como reconhecimento facial, podem ajudar governos a encontrar inimigos. Enfim, a internet é apenas uma ferramenta, e pode ser usada para o bem ou para o mal."

Recomendo a leitura completa:
http://rodrigoconstantino.blogspot.com/

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

knock knock whos there me i kill you

Bilu resolve aparecer, o Grêmio continua lutando, o planeta deu umas 3 ou 4 voltinhas, povo morre, povo nasce e eu sumo.
Nada de novo.
Não tô 100% ainda, mas uns 300 kg já saíram das minhas costas.
[Not! Não estou me relacionado com um big guy.}

Se fosse só uma palavra, alívio.
Duas: muito trabalho.
E o desejo/ansiedade que as próximas sejam: "PQP! Valeu a pena. Vamos pro bar mais próximo!"
Não atualizo pq que criei uma teoria na qual  todo o prazer gozado antes da penitência será punido com a marca dos falidos.
Ops!
Cristianismo criou isso bem antes.

ok. Cama.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

terça-feira, 2 de novembro de 2010

One lonely doll's desperate ...

1554 figuras! Quanta paciência!
Creio que tomarei como exemplo de vida, assim como os ensinamentos do Pai Mei.

Creep (Radiohead) - Scala & Kolacny Brothers from Alex Heller on Vimeo.


Você percebe o quanto anda estressado quando se emociona com essas coisas...
Nunca tive nem desejei Barbie nenhuma.
Contudo, especialmente, hoje, gostaria de passar a tesoura nos cabelos destas adoráveis bonecas.

Bjo me liga.
Faltam 15 dias.
Muita força na peruca!

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Deficientes cívicos



Vale o destaque da reportagem sobre trânsito que foi publicado na Zero Hora de hoje.

"ZH – Até que ponto as relações no trânsito reproduzem as relações humanas de um modo geral?

Da Matta – Elas reproduzem as relações humanas com as quais nós fomos socializados. Dentro de casa, cada um tem seu espaço na socialização brasileira. Fomos criados em ambientes que comportam hierarquias bem definidas: arrumadeira, passadeira, lavadeira. São os últimos ecos de escravidão e de clientelismo que permeiam a sociedade brasileira. Esse quadro cognitivo, emocional, está nas nossas cabeças. Quando você vai para o trânsito, você tem uma situação desagradabilíssima: obedecer no Brasil é um sintoma de inferioridade. É um aspecto que a pesquisa identificou. Quem obedece, quem segue lei no Brasil, é babaca, idiota."

Na íntegra aqui.

Que casa muito bem com o comentário tecido pelo jornalista Alexandre Garcia [deu uma dentro], hoje de manhã, no Bom Dia Brasil.

"Ontem, eu esperava o sinal abrir e vi um carro estacionado em uma vaga para deficiente físico. Saiu uma senhora loira, bem vestida, que não tinha nenhuma deficiência. Abri o vidro do meu carro e gritei para ela: “A senhora esqueceu as muletas”. Ela disse que ia ficar um pouco. O sinal abriu e eu fui embora.

O problema é que as pessoas são deficientes cívicas. Não é lei. Falta em casa pai e mãe ensinarem a se cumprir a lei."

Tais reflexões resumem perfeitamente meus dias, a úlcera nervosa e a sinceridade irônica-imperativa com estes "deficientes" cívicos.

E os seus?
Haja força na peruca...





segunda-feira, 14 de junho de 2010

Sem cuspe

Bom-dia, Vietnã!
Depois do mimimi in love, voltarei aos trabalhos.
O supra summus do enfim, nada mais simbólico numa segunda-feira do que "tomar no **"!
Se sábado é a ilusão do poeta, segunda é a realidade: nua, crua e sem cuspe.
E para juntar a fome com a vontade de comer...

Sinta o furo de reportagem:
Buteku's
Por Piero Barcellos
















"Viena, na Áustria, além de ser um reduto histórico da música erudita, é considerada uma das melhores cidades do mundo para se viver. E agora ganha mais uma característica: é o primeiro lugar do mundo onde você pode tomar no cu sem pudor, sem dor e ainda gostar da coisa. Isso porque lá existe o RectumBar, que nada mais é do que um estabelecimento cujo design reproduz todas as etapas do sistema digestivo.
















Localizado no quarteirão dos museus de Viena, o bar foi criado com o intuito educativo de ilustrar como funciona esta parte peculiar do nosso organismo, começando na língua e terminando no “terceiro olho”. A obra, criada pelo Atelier Van Lieshout, só desfigura o intestino, local onde o pessoal entra para tomar uns gorós e provar uns petiscos. No caso de ocorrer um incidente, a saída de emergência é exatamente no “forévis”. "
Origem: Void

Lucro certo nas terras tupiniquins.
Força na peruca, pessoal!
Ótima semana!

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009




O pior de tudo é que é engraçado.
Insira algumas risadas aqui.
De surto em surto o tempo vai passando.
Sonhei que uma sacola de mercado me perseguia, era toda branca, vazia e terrivelmente assustadora.
O vento entrava nela e formava rostos cadavéricos.
 Se não fosse Beleza Americana até seria original.
Mas, é patético mesmo.

Mengo campeão!
Toma, interegional!!!!!


segunda-feira, 30 de novembro de 2009

I'm not here right now!

"Quem me dera a tristeza não aparecer 
em manhãs chuvosas de novembro. 
E que não escutasse o lamento 
daqueles que já partiram.
Quem me dera ter a coragem dos loucos
e calma dos que esperaram e alcançaram."
Marguerita E.



A finalização de projetos, relatórios e provas estão me consumindo.
A direção está certa, mas, bem que queria já estar na vibe "adeus ano velho, feliz ano novo".

Aquele cansaço de ver a linha de chegada e faltar força nas pernas.
Quase lá, MargueRita, quase lá.
E como se a angústia não fosse grande, lembro dos múrmurios da alma e dos soluços repreendidos.
A maneira encontrada por alguma face do que sou sabotar todas as outras.
Lamentar e com isso, quedar.
Pestanejar faz parte do percurso.
Mas, nada que uma pestana não cure.

Força na peruca e Mengo campeão.


segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Segunda-feira!

Má como, Gioconda?





















Acordei de lua.

E a Wikipedia acaba de confirmar isso.

Idioma
Nome
Significado
Espanhol
Lunes
Lua
Catalão
Dilluns
Dia da Lua
Alemão
Montag
Dia da Lua
Holandês
Maandag
Dia da Lua
Inglês
Monday
Dia da Lua
Dinamarquês
Mandag
Dia da Lua
Dousha
Yuuna
Dia da Lua
Esperanto
Lundo
Dia da Lua
Norueguês
Mandag
Dia da Lua
Sueco
Måndag
Dia da Lua
Francês
Lundi
Dia da Lua
Italiano
Lunedì
Dia da Lua
Romeno
Luni
Lua
Japonês
月曜日 (Getsuyôbi)
Dia da Lua
Chinês
星期一 (xīng qī yī)
Um da semana
Basco
Astelehen
Primeiro da semana
Latim clássico
Dies lunae
Dia da Lua
Grego moderno
Δευτέρα
Segunda [da semana]
Persa
دوشنبه dochanbe
Segundo dia [da semana]

Força na peruca de guerra.