Já falei sobre a felicidade, sobre a lixeira inglesa no Brasil e sobre a sustentabilidade ou a falta deste princípio.
Haja força na peruca para aguentar o que nós produzimos!
Agora, conheçam a História das Coisas:
Contribuiçao: Daniel Storch
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sábado, 5 de setembro de 2009
sexta-feira, 10 de julho de 2009
Brasil: lixeira inglesa!

Europeu que é inteligente polui terceiro mundo e deixa seu gramado limpinho.
Com admiração que sempre observei as diversas ações de países europeus para melhor o aproveitamento de materiais recicláveis, da preocupação com o aquecimento global e com o tratamento de rios , etc.
Até li que a Rainha Elizabeth aderiu à moda de hortas orgânicas e colocou uma no Palácio de Buckingham. Ação que está sendo imitada por várias Primeiras-Damas antenadas nas novas tendências...
E com muita indignação que venho acompanhando os casos dos portos de Rio Grande e Santos.
64 contêineres carregados com cerca de 1.200 toneladas de lixo tóxico, domiciliar e eletrônico foram desembarcados em Rio Grande-RS e Santos-SP.
Lixo proveniente de Felixstowe, Inglaterra dentre outros lugares.
Na documentação entregue as autoridades consta como material dos contêineres, polímero de etileno e de resíduos plásticos, usados para reciclagem.
Aham.
Gringos que não sabem mais aonde jogar camisinhas, seringas, fraldas, baratas, moscas e pasmem, até banheiros públicos, lembraram dos Tupiniquins.
E olha que bonito o que estava escrito em um tonel:
“Por favor: entregue esses brinquedos para as crianças pobres do Brasil. Lavar antes de usar”.
A Procuradoria da República divulgou que a carga deve retornar à Europa.
Isto é o mínimo que deve ser feito!
Se eu largasse o saco de lixo no pátio do vizinho, meu pai iria puxar minhas orelhas até lá, me fazer pedir desculpas, limpar a sujeira, acabar com minha moral perante os vizinhos e impor algum castigo. Na esperança que quando eu ficasse grandinha, não fizesse coisa pior.
Por-favor!
Que o Ministério das Relações Exteriores atue energicamente contra este crime ambiental.
Não é de hoje que a máfia de países desenvolvidos desvia seus lixos para países africanos, ilhas tropicais e regiões menos habitadas como as regiões polares.
O mar virou sopa de lixo e não bastando todo o lixo daqui, incluindo as esferas ambientais, políticas e econômicas, lembraram que o país do carnaval, da caipirinha e do futebol pode ser de boa serventia.
Que o Direito Internacional mostre sua força [coercitiva?] na limitação dos poderes Estatais e perante as relações de organizações governamentais.
Chega de romantismo ao nos referirmos ao “Princípio de Igualdade Jurídica entre Estados”, “Princípio da Não-Intervenção” ou ao “Princípio da não-agressão”.
Palhaçada.
Enquanto o Lula elogia o ensaio da Valeska Popozuda na Playboy [Vem cá, te conheço?], deputados e senadores fazem orgia com nosso dinheiro e o ibope dos reality shows aumentam, nossos portos fedem a merda.
Este caso deve tomar repercussão além das esferas diplomáticas e as sanções projetadas além de um simples pedido de Retratação dos acusados.
Até quando “espírito patriota” será resumido à Copa do Mundo ou Olimpíadas?
Vou lá rasgar a Constituição, já volto.
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