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terça-feira, 30 de agosto de 2011

CSI rebolation tupiniquim

Agora brincar de CSI pode ficar mutcho mais divertido. Tomara que saia do "mundinho dos projetos de lei" de uma vez!
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Vem aí o banco de DNA de criminosos

Nada mais comum nos seriados americanos: chegar ao culpado por um fio de cabelo, um guardanapo sujo ou uma microscópica gotícula de sangue.

Na tentativa de tornar esse enredo uma realidade no Brasil, a Comissão de Constituição e Justiça do Senado Federal aprovou o projeto de lei que cria um banco nacional de DNA de condenados. Por ter caráter terminativo, a proposta só precisa ser aprovada em turno suplementar na reunião da próxima semana do colegiado, uma mera formalidade do regimento interno da Casa, para ir ao plenário.

Apesar da agilidade dos parlamentares, que chancelaram a proposta apresentada em março deste ano, há vozes discordantes na sociedade.

O projeto de criação do banco de dados estabelece a coleta obrigatória de material genético de todos os condenados por crimes dolosos praticados com violência contra a pessoa ou por condutas consideradas hediondas. O sistema armazenará os perfis genéticos.

A proposta é de que sempre que vestígios forem encontrados numa cena de crime, os investigadores poderão consultar o banco. A técnica para a coleta mais aceita internacionalmente consiste em passar um cotonete no interior da bochecha do doador.

Embora o Brasil tenha uma rede integrada de perfis genéticos, centralizada na Polícia Federal em parceria com 15 Estados, a atuação é limitada porque só trabalha com perfis genéticos de vestígios colhidos em cenas de crime.

Segundo o senador Ciro Nogueira (PP-PI), autor do projeto de lei, "o DNA não pode por si só provar a culpabilidade criminal de uma pessoa ou inocentá-la, mas pode estabelecer uma conexão irrefutável entre a pessoa e a cena do crime".

Ele observa que a identificação genética pode ser feita a partir de todos os fluidos e tecidos biológicos humanos, sendo o DNA "ideal como fonte de identificação resistente à passagem do tempo e às agressões ambientais".

Ciro Nogueira comentou ainda que a Rede Integrada de Bancos de Perfis Genéticos se baseia no sistema de informação "Combined DNA Index System" (Codis), desenvolvido pela Polícia Federal dos Estados Unidos (FBI) e já utilizado em outros 30 países.

No Brasil, a rede é abastecida por perícias dos Estados com dados retirados de vestígios genéticos deixados nos locais onde foram cometidos os crimes, como sangue, sêmen, unhas, fios de cabelo ou pele.

No voto favorável ao PLS nº 93/11, o relator, senador Demóstenes Torres (DEM-GO), se disse convencido de que a proposta vai contribuir para reduzir os índices de violência no País. Ele decidiu fazer ajustes no texto original, por meio de substitutivo, para tornar obrigatória a identificação genética apenas para condenados por crime praticado, dolosamente, com violência de natureza grave.

Espaço Vital

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Uma lei que dá direito a ser feliz

Imagine uma escada de dez andares.
O topo é a sua melhor vida possível, e o começo, a pior. 
Em qual degrau você diria que está agora? 
Essa é uma das perguntas usadas na formulação do ranking mundial de felicidade.

Com a ideia de que é possível medir a felicidade, artistas e entidades brasileiras estão na luta para garantir no Congresso Nacional a PEC da Felicidade
A proposta de emenda constitucional defendida por eles inclui como direito do cidadão a busca pela felicidade.

A estratégia do Movimento + Feliz, liderado pelo publicitário Mauro Motoryn, é pressionar os parlamentares para que o bem-estar de cada um seja dever do Estado.
- As pessoas vão chegar aos candidatos e dizer: “você é responsável por defender a minha felicidade” - diz o publicitário, que começou a elaborar ideia no ano passado.

Para ele, a mudança na Constituição sensibilizará a população a cobrar mais ações do governo.
O movimento tem participantes que vão desde a atriz Patrícia Pillar, passando pelo cantor sertanejo Daniel, até a Associação Nacional de Procuradores da República.

Responsável pelo ranking da felicidade, que calcula a satisfação das pessoas de 148 países, o sociólogo holandês Ruut Veenhoven, da Universidade Erasmus, elogia a iniciativa brasileira:
- A felicidade não será o tema principal no debate político, mas vai aparecer em discussões sobre gastos com saúde e previdência. O uso do conceito se tornará mais técnico e menos retórico.’
Países que têm a felicidade como norma:
- Na declaração de independência de 13 antigas colônias dos EUA, em 1776, está o direito da busca da felicidade.
- Na França, há a garantia de felicidade geral desde 1789.
- Japão, Coreia do Sul e Butão também adotam a expressão em leis federais.
- Em oposição ao Produto Interno Bruto (PIB), o Butão criou, em 1972, a Felicidade Interna Bruta (FIB), que considera o uso do tempo e o bem-estar emocional.

Origem: http://wp.clicrbs.com.br/nossomundosustentavel/2010/06/15/uma-lei-que-da-direito-a-ser-feliz/
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Já imagino os danos morais...
- Sr. Estado, você não me faz feliz. Estou em depressão por tua causa.
Parece piada!
Nada contra em dispor a felicidade na Constituição, sou adepta do positivismo na maioria das vezes.
Contudo...
É a dignidade da pessoa humana que deveria ser efetivada pelo Estado, garantindo as condições mínimas para uma vida saudável. O bem-estar do cidadão já está disposto na Constituição Federal de 1988 levando em conta este e outros princípios.

Felicidade é um consequência subjetiva.
E a realidade de inúmeras demandas já existentes no Brasil?
O caminho é abençoar todos os problemas com o fundamento jurídico da "busca pela felicidade"?

Muita loucura o povo se preocupar com comida no prato,
no filho que pode levar um tiro ao sair da escola, 
no esgoto que passa ao céu aberto do lado da cozinha.
Loucura tentar exigir razão dos parlamentares.
Loucura sentir ódio por tamanho descaso com tudo,
pois quem possui legitimidade para agir, fecha os olhos. 
A felicidade é uma propaganda de refrigerante, Sr. Publicidade/compre cada vez mais/só assim serás feliz!

Um Jesus Che Guevara Buda pode materializar-se agora mesmo 
e nos avisar que o Estado não é um pai amoroso com um cartão de crédito sem limites?

Cansei dos pseudos da vida.
Só por hoje, um grande dane-se!
A TPM tomou conta, cortaram as bolas da minha esperança.