Mostrando postagens com marcador tristeza e decepção. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador tristeza e decepção. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 17 de maio de 2011

Ternura

Após ler uma notícia do filme "Le Havre", o qual disputa a Palma de Ouro, a frase do diretor finlandês Aki Kaurismaki ficou ecoando na minha cabeça:

" Tinha 10 anos quando me decepcionei com a vida, mas decidi dizer que não estou (decepcionado), e criar esperança para os outros. Quanto mais cético e cínico me torno, mais ternos são meus sentimentos, não posso mudar. Com a idade, me tornei mais suave e até gosto dos meus personagens."

São esses sentimentos que ainda me fazem exercitar a humanidade. Ou melhor, são depoimentos assim que me confortam e me impulsionam ao futuro.

Ternura mesmo que haja escuridão, decepção, erros e tropeços.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010



Hás dias que me decepciono com os homens, algo que me persegue por bom tempo, uma insônia permanente para os pensamentos mais melancólicos.
Considero a frustração uma das formas de perceber a fé que possuímos na humanidade e no exercício do eu.
E, muitas vezes, ao acreditarmos em algo, excluímos o objeto da análise racional, do questionamento íntimo.
Neste momento, nasce uma verdade, das tantas que sustentamos diariamente, que atravessam os anos, talvez, a vida.
A verdade é a fé sobre o que cremos e, até mesmo, o mais ateu vive assim - dono do seu próprio Deus.
A desilusão fere o orgulho do que somos, afinal, o homem é o lobo do homem. E o que mais repudiamos é a semente que carregamos conosco, um veneno que não sabemos a dose certa.
Por isso, há dias que não há forças para construir novas verdades nem para lidar com velhas mentiras, somente conviver com as dores do mundo, as quais levam a assinatura da fé.

terça-feira, 9 de junho de 2009




''As pessoas te pesam? Não as carregues nos ombros. Leve-as no coração.''
Dom Hélder Câmara


Não adianta mostrar o caminho a quem não quer segui-lo.



.
.
.




.
.
.
.












.
.
.
.
.





















E desde quando isto é um fato impeditivo para minha tristeza?

terça-feira, 7 de outubro de 2008

quinta-feira, 2 de outubro de 2008




Uma pirueta, duas piruetas..
Bravo! Bravo!!!!!!!!


Loucura esta vida!
Vida de forma genérica.
Não num contexto isolado.

Não que julgue o processo de criação do qual eu mesma questiono. [!]
Nem de forma empírica, científica ou teológica.
Esqueci de uma, eu sei.



E é este processo de conhecimento que me motiva. Alguém arrisca um chute?
Mas, enfim e sempre enfim...


A bizarrice toma conta da vida.
E quando ainda era juvenil, me achava tão diferente..
Não..
ao contrário.
Todos os outros são!
Eu não!

Mantenha seu grau de sanidade exorcisando seus demônios e vivendo da melhor forma que possa conseguir. E de uma forma não explicada ainda por vias convencionais, as coisas melhoram!

Não sei se para vocês isto causará algum efeito...
mas dá!

Abrace a bizarrice e seja feliz.

Maldito vento que espalha meus neurônios pendurados no varal.

segunda-feira, 22 de setembro de 2008




Tristeza e decepção são produtos da fraqueza humana.

Sendo assim, não há quem seja forte o suficiente.
O que muda é o tempo que leva para passar para outra fase. A aceitação de que tudo que se projetou na outra pessoa ou evento é nossa culpa.

Projetamos a mais.

Está decretada a fossa de sentimentos, em que a dor é suficiente para que não se queira mais nada. O fim. Uns levam tempo demais, outros só o suficiente. E há aquela parcela que sente prazer em sofrer.
Um romantismo de certa forma... Sempre penso nisto quando lembro das Amélias da vida. Um desejo de piedade coletiva.

Mas, não julgo isto. Aliás, deve ser confortável sentir piedade da própria vida.

E volto ao prazo estabelecido. É uma questão de tempo. O tempo das lágrimas secarem, o tempo de conseguir respirar novamente e nunca mais projetar nada. Não esperar mais nada de qualquer mecanismo que envolva a decepção ou tristeza anterior.

Há aquelas ainda que são as melhores amantes, amigas, mães e filhas. Mas, uma vez que suas lágrimas secam; não há mais beijos, nem abraços nem leite.