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terça-feira, 26 de outubro de 2010

Espectador indenizado por levar sapatada durante show

“O norte-americano Michael Ireland ganhou uma indenização de US$ 650 mil (R$ 1,077 milhão) de um clube de striptease de West Palm Beach, no Estado da Flórida (EUA), por ter sido atingido por um sapato de uma dançarina durante um show. 

O homem entrou com uma ação contra o clube, depois que sofreu um ferimento no olho em setembro de 2008, quando foi atingido pelo sapato da stripper Sakeena Shageer. 

Em 2008, o frequentador apreciava a apresentação de uma stripper em uma boate quando teve uma surpresa desagradável. Ele chegou tão perto que acabou levando, uma sapatada involuntária da moça.
O salto do sapato da dançarina quebrou alguns ossos entre o nariz e os olhos de Michael, que, desde o acidente, tem dificuldades para enxergar
A sentença foi publicada na última segunda-feira (18).” (22.10.10)



O primeiro pensamento que tive ao ler essa notícia foi um b e m f e i t o!
Esse fdp deveria ter ficado cego!
Algo meio moralista, eu sei. 
Tal idéia perdeu o sentido no momento que voltei meus olhos, mais uma vez, para o valor da indenização.
Danadinho, transformou-se num cegueta de bolso cheio!
No fim das contas, um belo desfecho.
Se o salto alto tivesse atingido bem mais embaixo, o homem poderia assumir um novo aspecto:
Um pobre, sem saco e com excelente visão.

Existe um deus para os idiotas.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Onde os fracos não têm vez

- Bá, ficou sabendo do baphão?
- Não!
- Blá blá blá blá
- (Cara de espanto) Que horror!!!



















Poker face aos santos do pau oco de plantão. Paola Bracho manda lembranças.
Tenho cara de monga, mas não me julgue idiota completa.
:)
Humor autodepreciativo?
Segunda-feira: onde os fracos não têm vez!

Na lida campeira, povo.
Agosto prestando contas e 11 de setembro é logo ali ...

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

L.I.V.R.O.

Na deixa do milênio, anuncia-se um revolucionário conceito de tecnologia de informação, chamado de Local de Informações Variadas, Reutilizáveis e Ordenadas – L.I.V.R.O.

L.I.V.R.O representa um avanço fantástico na tecnologia. Não tem fios, circuitos elétricos, pilhas. Não necessita ser conectado a nada nem ligado. É tão fácil de usar que ate uma criança pode operá-lo. Basta abri-lo!

Cada L.I.V.R.O é formado por uma sequência de paginas numeradas, feitas de papel reciclável e capaz de conter milhares de informações. As páginas são unidas por um sistema chamado lombada, que as mantêm automaticamente em sua sequência correta.

Através do uso intensivo do recurso TPA – Tecnologia do Papel Opaco – permite-se que os fabricantes usem as duas faces da folha de papel. Isso possibilita duplicar a quantidade de dados inseridos e reduzir os seus custos pela metade!

Especialistas dividem-se quanto aos projetos de expansão da inserção de dados em cada unidade. E que, para se fazer L.I.V.R.O.s com mais informações, basta se usar mais página. Isso, porem, os torna mais grossos e mais difíceis de serem transportados, atraindo críticas dos adeptos da portabilidade do sistema.

Cada pagina do L.I.V.R.O deve ser escaneada opticamente, e as informações transferidas diretamente para a CPU do usuário, em seu cérebro. Lembramos que quanto maior e mais complexa a informação a ser transmitida, maior deverá ser a capacidade de processamento do usuário.

Outra vantagem do sistema é que quando em uso, um simples movimento do dedo permite o acesso instantâneo à próxima página. O L.I.V.R.O pode ser rapidamente retomado a qualquer momento, bastando abrí-lo. Ele nunca apresenta “ERRO GERAL DE PROTEÇÃO”, nem precisa ser reinicializado, embora se torne inutilizável caso caia no mar, por exemplo.

O comando “browse” permite acessar qualquer pagina instantaneamente e avançar ou retroceder com muita facilidade. A maioria dos modelos à venda já vem com o equipamento “índice” instalado, o qual indica a localização exata de grupos de dados selecionados.

Um acessório opcional, o marca-páginas, permite que você acesse o L.I.V.R.O exatamente no local em que o deixou na última utilização mesmo que ele esteja fechado. A compatibilidade dos marcadores de páginas é total, permitindo que funcionem em qualquer modelo ou marca de LIVRO sem necessidade de configuração.

Além disso, qualquer L.I.V.R.O suporta o uso simultâneo de vários marcadores de página, caso seu usuário deseje manter selecionados vários trechos ao mesmo tempo. A capacidade máxima para uso de marcadores coincide com o número de páginas.

Pode-se ainda personalizar o conteúdo do L.I.V.R.O através de anotações. Para isso, deve-se utilizar um periférico de Linguagem Apagável Portátil de Intercomunicação Simplificada – L.A.P.I.S. Portátil, durável e barato, o L.I.V.R.O vem sendo apontado como instrumento de entretenimento e cultura do futuro. Milhares de programadores desse sistema já disponibilizaram vários títulos e upgrades utilizando a plataforma L.I.V.R.O. 

  Texto atribuído ao mestre Millôr Fernandes.

________ 

Só para abrir os trabalhos mesmo, segunda-feira é um tapa na cara.












Voltando ao instrumento de cultura do futuro...

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Bye-Bye, Miss Ellie!


"A feiúra está nos olhos de quem vê."















"Os amantes do mundo animal estão de luto. Miss Ellie, a cadelinha da raça cristado chinês que venceu ano passado o concurso World's Ugliest Dog (Cão Mais Feio do Mundo) do Animal Planet, morreu aos 17 anos, no Tennessee, Estados Unidos. A informação é da Mountain Press.

Resgatada aos sete anos por Dawn Goehring, a cadela mesmo muito feia - e já cega nos últimos anos - foi sucesso na televisão em comerciais e programas, além de participar de eventos beneficentes para o bem de outros animais."

Fonte: Virgula.

Miss Ellie foi um exemplo de força na peruca.
Símbolo dos perseverantes, excluídos, sofredores de preconceitos, indignados com o sistema,
irônicos ou perdedores.
A musa daqueles que acreditam que o sol nasce para todos.
E que os raios UV-B causam câncer de pele...

Enfim, estas desleixadas palavras são um incentivo, um alento, cara internéta.
E de alguma forma, uma homenagem.
Cabe a cada um de nós aprender com as merdas que a vida nos reserva.

Afinal, como diz o slogan do fertilizante:
"Com Manah, adubando dá!"

Bye-bye, Miss Ellie !


terça-feira, 21 de julho de 2009

Chow Hon Lam is the law!

Vi um link aqui, outro ali, tentei achar uma fonte mais segura, mas a única coisa que consegui descobrir é que o cara é de Kuala Lumpur, na Malásia.
Baita ilustrador ou seria ilustradora?!
Vai saber? Deus-me-livre de confiar nesta tal de internet.

Visualizei todas as artes disponíveis, tentei selecionar só umas 3, mas é impossível!
Dou risadas sozinha. Todas são incríveis!


Tanto pelas "piadas nerds" ou pela ironia com a espécie humana e outras nem tanto assim... quanto pelas cores, expressões e o traço único.

Ganhou minha simpatia e admiração!

Quem souber mais alguma informação, sinta-se a la vontê! Deixe um comentário, mande um sedex ou algo do gênero.

Eis que...













Confira mais desenhos aqui e aqui!


Então...


Quais ganharam a sua simpatia?

B e i j o,
me l i g a!

terça-feira, 7 de julho de 2009

Florzinha é o caralho, meu nome é Zé Pequena.




Vem cá, te conheço?
Com qual intimidade as pessoas acham que podem tratar os outros, sendo que não sabem nada sobre elas?
Não, caro "internetspectador", não sou uma pessoa fria e sem sentimentos.
Não mordo,
não muito.
Gosto de manifestações de carinho, mas de pessoas que realmente nutrem alguma coisa por mim.

Agora, esta intimidade surreal de conhecidos, atendentes de lojas, no trabalho e noutros núcleos, me irritam p r o f u n d a m e n t e.

Educação é algo bem diferente de puxasaquismo.

“Educação ganha três torrões de açúcar.
Puxasaquismo leva choquezinho.”

Lamentável.

Meus pais deveriam ter me vendido para um circo ou para alguma companhia de teatro, já que consigo estampar os mais variados sentimentos e mudar a fisionomia em questão de segundos.

“Sai da minha frente, se não vou te matar” é uma das especialidades da casa.


Ou seja, é fácil saber quando não estão me agradando, mas o universo conspira ao meu favor. Quais favores seriam? Não sei. Mas, sempre aparecem estas figuras na minha frente.


Deixou margem?
Então, deixa eu me divertir um pouco.

Uso a lei da compensação, outra teoria desenvolvida pelo grupo “Filosofia para não filósofos”.


Uma velha arte quase marcial que usa a fraqueza mental do oponente em desfavor dele mesmo.
Quando visualizo estas criaturas, preparo meu arsenal de ironia. Já que, para pessoas sem noção, soa como um convite para continuar a conversa.

Talvez fique só ali, algo latente.
Porém, se precisar, tá na agulha.


E não devo desculpas pelas minhas atitudes.
Afinal, deve ter duas mil e quinhentos e cinqüenta e sete maneiras de explicar este fenômeno.


- Florzinha, posso sentar do teu lado?

- FLORZINHA É O CARALHO, MEU NOME É ZÉ PEQUENA!