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segunda-feira, 31 de maio de 2010


















O monstro desapareceu!
Desculpa, meu senhor...
Não quero saber nem da tua sombra. 
Pretérito imperfeito.


Às vezes, só tomando um cagaço bem grande para denotar novos sentidos ao que já existe.
Novos siginificados para o medo, a fé, o amor, o alívio e a felicidade! 
Sim, a felicidade...
Pois, ela está nas coisas mais primitivas, simples e/ou essenciais.
E sem o meu bem, primitivo-essencial, não há luz.


Boa-noite, povo.
Suspiros...

sábado, 22 de maio de 2010

Conjugando o pretérito.













A semana foi punk com cachaça.
Primeiro a notícia que o Dio morreu.
Depois, um monstro mostrou as garras e abalou minha fé.
Logo em seguida, o Grêmio perdeu.
Não é a toa que a vida ficou sem brilho.
Um festival de preto e branco no trabalho e na produção acadêmica.
E para coroar a saga, uma inesquecível enxaqueca.
Meu time voltou a perder...
É pedir muito se eu desejar que a semana acabe logo?
E que o monstro seja um fantasma e não, uma presença real?

Que alguns verbos conjugados nesta semana permaneçam no pretérito.

"Mas o que eu quero é lhe dizer que a coisa aqui tá preta
Muita careta pra engolir a transação
E a gente tá engolindo cada sapo no caminho
E a gente vai se amando que, também, sem um carinho
Ninguém segura esse rojão"
(Chico Buarque)