Mostrando postagens com marcador pressuposto da felicidade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador pressuposto da felicidade. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

True casual pero no mucho


"Oi! Como estão as coisas aeee?
Falou com a Vãn? Quando vai pra OP?

Ontem fomos chamar oficialmente alguns professores que serão homenageados na formatura, paraninfo e patrono. Maior bagunça, gaita, apitos, zona total, esperei [...] anos para entrar nas salas de aula e desfilar na maior vibe "vou me formar, porra"!
Depois fomos para casa de uma das formandas, já que é praxe os profs homenageados pagar ceva e churras, altos pagodes [consegue imaginar?] e tudo mais, quando toca uma certa música e o prof mais gaudério possível começa a cantar e dançar enlouquecidamente a tal música.
Adivinha?
Aham.
Muito engraçado!
Lembrei de ti!"


E não é que a vida vai acontecendo e dá um frio na barriga...
Não é uma Brastemp ou comercial de margarina, mas há felicidade no meio do caos.

Minha impressão ou política não fez sucesso nestas bandas?

>> Chuva lavando os pensamentos, aquietando a alma.

terça-feira, 8 de junho de 2010

E eu ...














Certa vez, Carolina pensou que o coração fosse explodir e
transferiu tudo para uma carta e morreu quando soube que ela chegou no seu destino.
Susto.
Quase morreu de amor colhendo os frutos gerados daquele envelope...


"Quero a vida sempre assim com você perto de mim
Até o apagar da velha chama

E eu que era triste
Descrente deste mundo
Ao encontrar você eu conheci
O que é felicidade meu amor"
Tom Jobim

segunda-feira, 31 de maio de 2010


















O monstro desapareceu!
Desculpa, meu senhor...
Não quero saber nem da tua sombra. 
Pretérito imperfeito.


Às vezes, só tomando um cagaço bem grande para denotar novos sentidos ao que já existe.
Novos siginificados para o medo, a fé, o amor, o alívio e a felicidade! 
Sim, a felicidade...
Pois, ela está nas coisas mais primitivas, simples e/ou essenciais.
E sem o meu bem, primitivo-essencial, não há luz.


Boa-noite, povo.
Suspiros...

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Pressuposto da felicidade




Há dias que acordo estranhamente feliz,
felicidade que me é concedida de maneira sutil
e me pergunto se sou merecedora.

Parto do pressuposto que felicidade
é algo que se aproxima de um preceito fundamental.
Por mais que tento buscar definição,
ela já esta lá, antes de tudo.
Minhas buscas restam infrutíferas.

E o desejo de alcançá-la torna-se
tão digno quanto atingir Valhala.

Tão digno, romântico e fora do alcance da razão.


Primeira cena:

O sorriso moldura a face,
levanta as cortinas da alma.
Salta dos meus olhos.

...




Que vício tentar achar o motivo de meu bem-estar.
Como se meu Valhala estivesse em grandes feitos,
mudanças, dinheiro, promoção ou outros marcos mundanos.


Não tenho tanto tempo para desperdiçar.
Vício consertado no plano formal
no mundo das minhas coisas.

Embora, mudar a forma de pensar e “deixar estar”
com o grau de contentamento não seja tarefa simples.


Não me contento em estar contente.
Mas, há tantas sensações aqui e lá fora....

Segunda cena:

Teias de aranha que trançam meus cabelos
em noites brilhantes de música sem fim.
Perfume de cravos e jasmim penetrantes no vestido,
carícia nas minhas pernas, vinho colorante da boca.


O problema é catalogar, espremer cada sensação
em um conceito que caiba dentro de uma caixinha
presa na memória por um fio de nylon. Corto o fio.

Diante destes problemas e vícios consertados,
findo, provisoriamente, com as perguntas.
Sigo num gozo sem medida de duração,
entre risos sem motivo e suspiros espasmógenos.


Terceira cena:




Vento frio de arrepiar pelos,
beijar pescoço e orelhas.
Abraços de apressar corações, num só pulso,
pulsante em dobrar esquinas de novos caminhos.
Sou feliz assim, empiscar de cílios,
borboletas que borbotam de mim.









Há dias que acordo estranhamente...




Devaneios de Lorita.