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quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Coça minha pança, plz!

Este vídeo é o novo mantra contra o stress.
Putz!!! Como nunca prestei atenção nestas criaturas?
Internéta, minha identificação é tamanha que coloquei elas na mesma lista dos cabritos, bodes e afins.

Garantia constitucional de ganhar uma coçadinha na pancinha depois do almoço djáh!
Beijunda

sábado, 18 de setembro de 2010

Sobre uma guria e cabras.


Sonhei que meu pai criava cabras no quintal e estava super preocupado com o faturamento anual do negócio por um motivo que me apavorou: chupacabras.
Clima super tenso, várias cabras moribundas com feridas nos pescoços e os peões apavorados.
Intimei meu pai para uma vigília durante as noites, mas ele desconversou.
Corajosa que sou, passei uma noite vigiando as cabrinhas e para amedrontar os chupacabras, latia como um cão feroz.
Noutro dia, o meu irmão menor, um panda super fofo, queria dormir na estrebaria junto com as cabras e não deixei porque ele ainda era muito pequeno. 
Afinal, pandas são muito fófis pra dormir longe de casa, néam?
No dia seguinte, passei horas chorando. 
Mais cabras haviam morrido e meu irmão panda poderia “kaputz” também.
Estávamos tomando café e escutamos uma batida na porta dos fundos e meu pai falou:
- É a segunda cabra que pede pra morrer! Onde isso vai parar?
Abri a porta e lá estava a bichana com uma cara de “não agüento mais ser chupada por aqueles monstros! Sacrifica-me!
De cortar o coração!
E pensei: Pqp! Uma hora as cabras acabarão e eles invadirão a casa! Será o nosso fim!
Muito medo nessa hora. Não havia luz suficiente nem quando o sol estava no céu.
Resolvi inspecionar o local das mortes e descobri que atrás da estrebaria havia uma areia movediça com uns furinhos.
Me liguei que só poderia ser o buraco produzido pelas línguas, estilo Tamanduá -Bandeira, dos chupacabras. 
O ninho deles era ali mesmo, perto da floresta, atrás da minha casa.
Neste momento, uma mulher começa a cair na areia movediça e pede socorro.
Levo a minha mão ao encontro dela e, no mesmo segundo, retiro minha mão porque é óbvio que a mulher em perigo nada mais é que um chupacabras querendo me sacanear e tomar todo meu sangue.
Tarde demais.
O monstro já havia segurado minha mão direita e com a esquerda me agarrei numa árvore. Putz, logo o braço esquerdo! Tenho menos força neste braço, lembrei que deveria mudar o treino e acrescentar mais peso nos exercícios para o braço esquerdo.
No segundo seguinte, gritei pro pai pegar um facão e cortar o braço do monstro. 
Lembro de ver o papis gaudério correndo na minha direção.
Acordei no quarto escuro.
Barulho do meu velho na cozinha fazendo o chimarrão.
Ainda procurei chupacabras no quarto e respirei aliviada!
O plano do final do sonho era cortar a mão da mulher/monstro e dinamitar a areia movediça. 
Infelizmente o sonho terminou antes de o facão fazer o serviço. 
Será que triunfei ou morri?

____


Melhor pesadelo do ano! Certo!



Marta, sonhar que está comendo salame de girafa também é engraçado!

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Internéta, ela não está a fim de você.


O mundo real dá trabalho, minha cara.
Não foi fácil, mas contornei a situação.
Sabe aquela deprê depois de rir até a barriga doer?
Algo do gênero.
Mais uma vez, os resquícios da cdf colegial incompreendida salvou a lavoura. Tanta coisa ao mesmo tempo, só podia dar merda no final.
NOT!
A teimosia em “fazer as coisas darem certo a qualquer custo” foi minha carta na manga.
Observe, caro leitor, que nenhuma qualidade é exaltada no texto. A teimosia extrema, a ansiedade, o surto psicológico, a nerdice, as vibrações do lado negro da força e a sensação de “fudeu com a bicicleta” que me levaram ao regozijo.
A cada dia que passa, percebo que sou uma metódica falida com ar blasé dos filmes de época. E que desta forma, passo pela vida, no aconchego do pandemônio mental. Numa vibe kamikaze de ser.
Ok.
Me sinto recompensada com o resultado (blá blá blá) e proporcionalmente cansada.
Alguém conhece um massagista bonito com mãos habilidosas? (...)
A tensão passou, porém fica o vazio.
Que raios!
Quando não tinha tempo para o ócio cultural, morria de vontade assistir mais filmes, de ficar na companhia dos livros que dão tesão, exercitar a incrível arte de mongar. Pensava que quando a terceira guerra mundial terminasse teria tempo para tudo.
E agora a disposição manda lembranças.
Não faço n.a.d.a.
Uma hora passa.
Inclusive, deve tá passando no tempo em que banco a dramática.
Vou ali refletir sobre a paz mundial e pintar as unhas.
Deixo uma imagem no intuito de renovar o blog, já que toda vez que entrei aqui (desde a última atualização) revivo a tristeza / lembro do tio Saramago.
Aliás, maninho escreveu um texto maravilhoso sobre o velho.
Meu alemãozinho tá chegando!!!

_ o/


Imagem, né?




Paiêêêê, prometo que não deixo fugir.
A tartaruga foi uma exceção.

Beijos e queijos.